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Estado não conseguiu cumprir a meta e vacinou 73,11% do público.
91 municípios cearenses cumpriram a meta de cobertura vacinal.

O Ceará não conseguiu cumprir a meta de cobertura vacinal da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza e, por essa razão a campanha de vacinação vai ser prorrogada no Estado até o dia 27, exclusivamente para os grupos prioritários, de acordo com a Secretaria de Saúde do Estado (Sesa). Até esta sexta-feira (20), data do encerramento oficial da campanha, o estado aplicou 1.298.762 doses de vacina, o que representa 73,11% do público-alvo de 1.776.416, segundo o Ministério da Saúde.
Dos 184 municípios do Ceará, 91 cumpriram a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde de 80% de cobertura vacinal da população-alvo da campanha, formada por 576.022 crianças de 6 meses a 4 anos, 138.800 trabalhadores da saúde, 96.459 gestantes, 15.853 puérperas, 24.555 indígenas, 924.727 idosos acima de 60 anos, além das pessoas com doenças crônicas, adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas, população carcerária e funcionários do sistema prisional em todo o Estado.
Este ano, foram confirmados 20 casos de gripe A (H1N1), com oito óbitos, e há outros 20 casos sendo investigados. Das oito mortes confirmadas de gripe A este ano em seis municípios (2 em Caucaia, 2 em Fortaleza, 1 em Juazeiro do Norte, 1 em Sobral, 1 em Jaguaretama e 1 em Pereiro), nenhum havia se vacinado em 2015.
Ou seja, não estavam protegidos contra o vírus. A vacina contra a gripe em 2016 protege contra Influenza A (H1N1), Influenza A (H3N2) e Influenza B. Na vacinação, o Governo do Estado garante as seringas e as vacinas são repassadas pelo Ministério da Saúde.

Grupos prioritários

A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da OMS. Essa definição também é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe.
São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias. Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% e 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza.
Devem tomar a vacina pessoas a partir de 60 anos, crianças de seis meses a menores de cinco anos (quatro anos, 11 meses e 29 dias), trabalhadores de saúde, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas privadas de liberdade – o que inclui adolescentes e jovens de 12 a 21 anos em medidas socioeducativas - e os funcionários do sistema prisional.
As pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis, que inclui pessoas com deficiências específicas, também devem se vacinar. Para esse grupo não há meta específica de vacinação.



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