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Em um só ano, 4.657 mulheres foram assassinadas no Brasil. É o mesmo que uma morte a cada duas horas, divulgou nesta segunda (30) o Anuário Brasileiro de Segurança Pública.

Os números são de 2016, ano em que o país teve recorde nas mortes violentas intencionais: foram 61.619 no total, um número 3,8% maior do que o registrado em 2015.

O Estado campeão de mulheres assassinadas, considerando proporcionalmente sua população, foi Mato Grosso do Sul: foram com 7,6 a cada 100 mil habitantes. O número é quase 23% maior do que o de 2015.
É feminicídio ou não?

Entre os assassinatos de mulheres, apenas 533 foram registrados como feminicídio, ou 11,4%. Apesar de muitas ocorrências de feminicídio ainda ganharem registros como homicídio simples, o dado representa um pequeno aumento em relação ao ano anterior.

Em 2015, a lei 13.104 determinou que sejam chamados de feminicídio as mortes de mulheres que envolvam violência doméstica, familiar ou que tenham motivação por gênero. É um tipo de homicídio qualificado.

No ano em que a lei foi sancionada, 328 casos foram apontados como feminicídio, ou 6,8% dos assassinatos de mulheres naquele ano.

Estupros subiram

O país teve, em 2016, 49.497 casos de estupro registrados. O número é 3,5% maior do que o ano anterior. Já as tentativas de estupro tiveram uma pequena queda, mas ainda tivemos 6.379 ocorrências do crime.

De novo, Mato Grosso do Sul se mostrou o Estado mais perigoso para as mulheres. O maior índice de estupros é de lá: 54,4 casos a cada 100 mil habitantes. Santa Catarina, por sua vez, lidera o ranking de tentativas de estupro: foram 10,2 a cada 100 mil pessoas.
Fonte: Bol Notícias

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