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Acusado de integrar uma organização criminosa e praticar furtos, um homem de 48 anos, foi condenado a 14 anos e 2 meses de prisão pela juíza Inês Marchalek Zarpelon, da 1ª Vara Criminal da Comarca de Curitiba (PR). A decisão foi proferida no dia 19 de junho e publicada na última terça-feira (11). No texto, a magistrada acusa o réu de praticar os crimes por ser negro. 

Em outros dois trechos, a magistrada repete a mesma afirmação ao citar o acusado. “Sobre sua conduta social nada se sabe. Seguramente integrante do grupo criminoso, em razão da sua raça.” 

Além do acusado, outros oito suspeitos foram julgados e condenados pela decisão da juíza. 

A advogada de defesa Thayse Pozzobon, informou que vai pedir a nulidade da sentença “pelo crime de racismo e evidente parcialidade da juíza”. 

Em sua rede social, a advogada publicou o seguinte: “Organização criminosa nada tem a ver com raça, pressupor que pertencer a certa etnia te levaria à associação ao crime demonstra que a magistrada não considera todos iguais, ofendendo a Constituição Federal.” 

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou na quarta-feira (12) que a Corregedoria Geral da Justiça do Paraná investigue o caso. 
Fonte: Carta Capital

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